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Jerônimo: ‘Vamos fazer um grande mutirão, para que ninguém mais no país passe fome’




Em agenda de campanha no município de Gandu, no baixo sul baiano, neste sábado (3), o candidato ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) se comprometeu, caso seja eleito, a lutar junto com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para erradicar a fome.

“Tem gente na praça, tem coração na praça e estamos enchendo a praça para firmar um acordo pela Bahia e pelo Brasil: em 1º de janeiro, assim que o Lula assumir o Brasil e eu assumir a Bahia, nós vamos fazer um grande mutirão, para que ninguém mais no País passe fome”, disse o ex-secretário de Educação, em palanque ao lado do governador Rui Costa (PT) e do senador e candidato à reeleição Otto Alencar (PSD).

“Nós não podemos compactuar com isso, em um país rico como o Brasil, que ainda haja pessoas passando fome. A fome é a pior das humilhações”, acrescentou Jerônimo durante o evento, que segundo a organização teve a presença de mais de 10 mil pessoas, incluindo vice-prefeitos, deputados federais e estaduais e lideranças políticas.

Na ocasião, o candidato prometeu ainda governar de forma democrática, ouvindo prefeitos e deputados para construir uma agenda pela Bahia. “Aqui, por exemplo, vamos investir no hospital de Gandu, para ampliar o atendimento na região, e vamos conversar com as universidades estaduais e federais, para trazer opções de estudo mais perto da região, que são duas das demandas locais”, disse o petista.

Ao discursar no encontro, o governador Rui Costa aproveitou para provocar ACM Neto (União Brasil). “Um dia desses, o adversário esteve aqui, neste mesmo lugar, e não tinha quase ninguém na rua, eu vi as fotos e os vídeos”, disse ele. “Não tem como ele ganhar uma eleição colocando meia dúzia de pessoas na rua, enquanto a gente traz uma multidão como esta”, ironizou o gestor estadual.

Ao minimizar o resultado das pesquisas eleitorais que colocam o ex-prefeito de Salvador à frente na disputa pelo Palácio de Ondina, Rui lembrou de 2014, quando foi eleito governador. “Em agosto daquele ano, as pesquisas diziam que meu adversário ia ganhar, mas a gente ia às cidades, ia aos eventos, e via muito mais gente do que eles”, disse o petista. “Nas urnas, veio a resposta”, concluiu.
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