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A derrota de Bolsonaro simboliza a vitória da democracia

 

Por Profº Emenson Silva Coordenador do Projeto Transformar



A vitória de Lula representa o processo de redemocratização do Brasil, após quatro anos de divisão, discursos ofensivos e ódio, fake news, negacionismo e retorno ao mapa da fome, sem contar o alto índice de desemprego no país. No dia trinta de outubro de dois mil e vinte e dois, brasileiros e brasileiras disseram sim à democracia e à liberdade e não ao autoritarismo e ao fascismo, que assolaram a nação.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva terá muitos desafios e um deles será o de pacificar o país. “Não existem dois Brasis e sim um Brasil”, afirmou Lula em primeiro discurso, destacando a importância de buscar a unidade da sociedade, o respeito aos direitos de todos e todas e por que não de todes? Não podemos construir uma sociedade intolerante. Devemos fomentar uma sociedade tolerante à pauta de valores da liberdade e da justiça social.

Outro desafio importante será o de executar a relação internacional do Brasil novamente, uma vez que o governo atual nos isolou e em diversas situações nos envergonhou perante o mundo. Lideranças políticas de diversos países demonstraram felicidade com o resultado das eleições do Brasil e já entraram em contato na perspectiva de estreitar as relações socioeconômicas com o Brasil.

O Brasil voltará a ser um país de todos e chegaremos com toda força ao cenário internacional na busca da construção de um mundo melhor. Diferentes se encontram em direitos que são iguais, porque a democracia foi realizada com seriedade, alegria e esperança, isso resume o processo eleitoral e o seu resultado que deve ser constitucionalmente respeitado.

A vitória de Lula é a esperança de que a vida do povo brasileiro irá melhorar, avançar nos aspectos sociais, culturais, econômicos, equidade social e respeito à diversidade. Tudo isso contrapondo o discurso de Bolsonaro de extrema direita, focado na família, na religião e na árdua defesa do armamento da população e do ódio, se apresentando como um outsider da política nacional, o forasteiro, o intruso, o verdadeiro estranho do processo que exige na verdade habilidades para liderar e governar.

Acredito que outro Brasil é possível. Saímos de dias sombrios e buscamos a esperança de dias melhores com a possibilidade de no mínimo ter o direito de viver e comer, viver dignamente em uma sociedade mais humana, justa, solidária e fraterna.
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