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O fim da Era dos Coronéis e dos Votos de Cabresto




Monalisa se elegeu em 2020 sem o apoio de governador ou presidente, demostrando brilho próprio e carisma político

A Política evolui tal qual progride a humanidade: não poderia ser diferente, pois uma é causa e outra efeito.
Outrora, como gostam de dizer alguns saudosistas ibicaraienses, qualquer um que pretendesse ter algum futuro político era obrigado a estar alinhado a Caciques e Mandatários que tinham seus palácios em Salvador ou Brasília.
Quem poderia apostar, com 100% de probabilidade de acerto, que, em 2020, uma candidata sem o apoio do governador do estado da Bahia ou do presidente da Nação, pudesse enfrentar dois ex-prefeitos com amplo apoio do governo do estado e, mesmo assim, derrotar os dois?
É que o que vale, ultimamente, é a credibilidade política própria, traduzida em amplo apoio popular e eleitoral.
Já agora, em 2022, não desejou a apertada maioria do povo baiano que ACM Neto fosse o próximo governador. Antes, preferiu que o Partido dos Trabalhadores continuasse no poder. Também foi o desejo de folgada maioria que Lula da Silva fosse restaurado ao poder, como futuro dirigente da União, pelos próximos quatro anos.
Em Ibicaraí, contrariando essa Matemática Eleitoral, houve a Equação Monalisa!
Aqui, a prefeita, contrariando o termômetro baiano, conseguiu carimbar ampla maioria de votos, nos dois turnos, para ACM Neto.
Ibicaraí confia em Monalisa e a acompanhou na indicação de quem seria o melhor governador para o município.
Agora é continuar a Caminhada de Resgate do Nosso Município: como sempre, baseado no diálogo com as demais autoridades dos poderes executivo Estadual e Nacional.
Sempre lembrando que Ibicaraí, nos seus 70 anos de emancipação, já garantiu seu espaço de destaque entre os municípios baianos.
A disputa política de 2024 será baseada - assim como a de 2020 - no prestígio e histórico político local e não em fama e credibilidade emprestadas por Salvador ou Brasília.
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